Mostrando postagens com marcador Alheios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alheios. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Revocultura no Museu da Abolição - Afroruptura
Suor, sangue e racismo teceram o? desenvolvimento? brasileiro e o lucro dos países imperialistas europeus durante séculos de história. No entanto, essas feridas sociais não fazem parte do passa do, pois negras/os e pardas/os recebem menores salários, lideram estatísticas de vítimas de mortes violentas e constituem maioria da população carcerária.

Email:: revocultura@gmail.com
URL:: http://revocultura.blogspot.com
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Zsabo

HOME
Home is a slipper I step into,
a bathrobe and a cup of tea.
Every floor is warm and every
crack in the ceiling is known.
Home is constant dowhatyouwantto
and feeling so big because it's My House.
After a party I Go Home and after school I
Go Home and whoever else enters is never really
as glad as if we were in Their House.
This is My Room and My Mail and My Driveway.
This is My Bed and My Name and My Dinner on the table.
There is a dog living here and a washing machine and
a mother, a father, a sister, and a cat. We have our own
little boxes but we are a family. We are a family because
all of our pictures are on the stairs.
I wash dishes and do laundry and walk the dog.
I am a daughter who gets clothes and food and is cultured, loved, and
encouraged. I am also a daughter who gets cranky and acts
no possible way I would act with a friend.
This is also a house that has rebelled, that has had sickness,
role changing, sexual deviance, neurosis, and fear.
This is also a house that has seen drugs, nightmares, and endless insomnia.
There are many different kinds of plants in My House. The father and
the daughter both love them. The daughter is now a woman. The daughter is
getting ready to climb out onto the roof and steal away. The daughter is sorry
but the daughter must go. The daughter is very, very sorry.
The daughter is ready.
This is My House and My Room and My Clock and the time is ripe
to peel the skin off this body and let it dance, let it dance.
-
Texto de Amy Smiley
Foto de Joseph Zsabo.
Conheci esse fotógrafo agora. Muito bacana.
E esse texto cabe perfeitamente agora. Só percebi depois.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
sábado, 24 de outubro de 2009
quedate, quedate luna

Sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor? Pois se eu me comovia vendo você dormir. Pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você dormindo. Meu Deus como você me doía vez em quando! eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio de uma praça, então meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme só olhando você, sem dizer nada, só olhando, olhando e pensando; meu Deus como você me dói vez em quando.
Caio F. Abreu.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
My little funny...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Também
e ainda por cima, ele também amava!
ah... e como amava!!
ah... e como amava!!
Confissão
esperando pela morte
como um gato
que vai pular
na cama
sinto muita pena de
minha mulher

ela vai ver este
corpo
rijo e
branco
vai sacudi-lo e
talvez
sacudi-lo de novo:
“Henry!”
e Henry não vai
responder.
não é minha morte que me
preocupa, é minha mulher
deixada sozinha com este monte
de coisa
nenhuma.
no entanto,
eu quero que ela
saiba
que dormir
todas as noites
a seu lado
e mesmo as
discussões mais banais
eram coisas
realmente esplêndidas
e as palavras
difíceis
que sempre tive medo de
dizer
podem agora
ser ditas:
eu
te amo.
Buk.
terça-feira, 9 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Mocidade independente
Pela primeira vez infringi a regra de ouro e voei pra
cima sem medir mais as conseqüências. Por que
recusamos ser proféticas? E que dialeto é esse para
a pequena audiência de serão? Voei pra cima: é
agora, coração, no carro em fogo pelos ares, sem
uma graça atravessando o Estado de São Paulo, de
madrugada, por você, e furiosa: é agora, nesta
contramão.
Ana C.
sábado, 16 de maio de 2009
we have
We have all, the time in the world
Time ENOUGH for life
To UNFOLD
All the prescious things
Love has in store
We have all the love in the world
If that's all we have
You will find
We need nothing more
Time ENOUGH for life
To UNFOLD
All the prescious things

Love has in store
We have all the love in the world
If that's all we have
You will find
We need nothing more
Every step of the way
Will find us
With the cares of the world
Far behind us
We have all the time in the world
Just for love
Nothing more
Nothing less
Only love
Every step of the way
Will find us
With the cares of the world
Far behind us
Yes
We have all the time in the world
Just for love
Nothing more
Nothing less
Only love
Only love
Will find us
With the cares of the world
Far behind us
We have all the time in the world
Just for love
Nothing more
Nothing less
Only love
Every step of the way
Will find us
With the cares of the world
Far behind us
Yes
We have all the time in the world
Just for love
Nothing more
Nothing less
Only love
Only love
terça-feira, 31 de março de 2009
Drummond
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Feliz dia da confraternização universal
Feliz ano novo
no breque, na brahma
no lar ou na lama
com cana ou champanhe
no mar, na macumba
no rumo ou na rumba
nas noites cariocas...
feliz ano novo
no corpo, nas docas
os ratos nas tocas
comprando os navios
no sarro ou no cio
no lado sombrio
no fio da navalha
feliz ano novo
cantando ou calada no blue
na balada com a boca na trombeta
no grito, na greta, no gol
na mutreta atrás de gente fina...
feliz ano novo
no sono ou na sina
no chão, na chacina
nos casos de polícia
na velha ferida
no pé, na partida
no ronco da cuíca
feliz ano novo
na massa ou no muque
no bar, no batuque
nos corações vadios
com festa ou sem festa
na luta indigesta
nos fogos de artifício
feliz ano novo
cantando ou calada no blue
na balada com a boca na trombeta
no grito, na greta, no gol
na mutreta atrás de gente fina...
Feliz Ano Novo, Egberto Gismonti
Feliz ano novo.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Ainda é moderno ser moderno? o lance é o brega muito doido, meu povo!
se minha coordenação motora permitissee se eu soubesse tocar algum instrumento
participaria de uam jam só p dizer que faço alguma coisa pela música
além de ouvir algumas vaias tbm
arte pra essa gente é papelão que vem na pizza
arte pra essa gente é papelão que vem na pizza
entupido de tinta temperatipo trabalho de pré escola
não tá afim de ir no bar fazer pose? beber vinho !
a gente bebe, fuma e discute livros de autores
que só nós conhecemos
podemos fazer comprativos com outros livros anteriores
quem sabe asssitiremos um filme europeu?
quem sabe asssitiremos um filme europeu?
tem aquelas ceninhas de arte conceitual
do tipo pessoas olhando e mechendo o café sem falar uma palavra
normalmente essas cenas duram por volta de 4 e 33 min.
[lógicamente sem musica tambem]
depois a gente pode fazer disso um assunto
"ó, aquela cena passa toda a angústia e tristeza da personagem"
depois VEREMOS O DIRETOR DESSE FILME DE CHINELO havaianas
depois VEREMOS O DIRETOR DESSE FILME DE CHINELO havaianas
recebendo premio em cannes
lógicamente você achara isso fashion
e ficará impressioanda com a cena de sexo oral de uma atriz que não é atriz porno
(Tales Bernadi)
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
A poético do arroto.
A poética do arroto consiste
numa massa de ar condensada.
De dentro pra fora, explode-se.
De repente, desmancha-se.
Então, a gente sente um alívio imediato.
Como se flutuássemos, a gente
nem mesmo repara. E continua.
Incansável, ao sabor dos dias.
E vamos carregando nosso fardo,
pelo qual muitos se preocuparam
e construíram teorias interessantíssimas.
Esse arroto, no entanto, eu traduzo.
Hieroglifo ? Pós-modernismo ?
Esse arroto significa poesia
- Rogério Skylab
Desavisadamente
Você que, desavisadamente,
como quem escorrega numa casca de banana e cai,
se encontra aqui, defronte a mim,
a mente e o coração vazios.
Sei o quanto isso te amola.
Sei também quanto teu tempo é precioso.
Mas espera um pouquinho.
O soneto já vai acabar.
Estamos entrando na reta final.
Viu como nada disso te faz mal ?
Creia em mim.
Estamos nos últimos momentos.
Não quero dizer coisa alguma
senão "muito obrigado, até nunca mais ".
como quem escorrega numa casca de banana e cai,
se encontra aqui, defronte a mim,
a mente e o coração vazios.
Sei o quanto isso te amola.
Sei também quanto teu tempo é precioso.
Mas espera um pouquinho.
O soneto já vai acabar.
Estamos entrando na reta final.
Viu como nada disso te faz mal ?
Creia em mim.
Estamos nos últimos momentos.
Não quero dizer coisa alguma
senão "muito obrigado, até nunca mais ".
- Rogério Skylab
Fez-se assim no princípio...
Assinar:
Postagens (Atom)
_e.jpg)

