terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Rabit University
Perdi o costume de pensar academicamente e também tenho perdido o interesse em ser mais uma nos anseio de reproduzir os "poderes" tão buscados nesse mundo teórico.
Comecei a perceber que na academia se critica demais as mazelas da injusta sociedade moderna, mas como entender isso, se ela mesma reproduz a soberania de um sobre o outro, usando-se do artificio de falsos méritos de mestre, doutor, pós doutor, o caralho a quatro.
Como acreditar no professor que critica fulano ou sicrano da década de 30 por não valorizar certas coisas só porque elas não fazem parte do "instituído", se ele mesmo se diferencia naturalmente(?!) do aluno, pobre graduando?
a universidade me parece mais um AIE, reproduzindo, reproduzindo saberes e anti-saberes, reproduzindo poderes e anti-poderes, reproduzindo reflexões e anti-revoluções.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Depósito de memórias (alheias) secretas

1. Casa Antigo Café Viagem Conversas Contas Miojo Museu Pai&Mae AmericaDoSul Planos LigaPraMim Fundação Pizza TaisNoMuseu? Chocolate Chico Durmir Gummy Mochilão Arquitetura Ele Festa Livro DeixaEuTeContar MSN Estagio Celpe Taquipariu VizinhaChata Oculos PintarACasa Museologia Madrugada TaisOnde? Porra TuVaiDurmirEmCasa? Soja RuaDoBaixinho Ele ComoFazIsso Coselho Café Filme Nikon Viagem Ciumes Vamos? Pipoca Faxina Garanhuns Amigos Leite Ler Cad Bacurau Contas FilmeNoPC Amor BotãoDoFoda-Se Chocolate Musica Feira Brigadeiro RoupaSuja Vida Voce Sempre Amo
2. EU KEROH MINHA IRMAM PORRA!!!!!!
Tales, querido...
1.Eu e você fazendo som,
a gente fica preso num quarteto de cordas,
e é um tom, é um semi-tom, é uma porção de colcheias.
2. Eu carregaria a sua mala!
Você me daria a sua mão!
Navegaríamos numa sleeping bag !
3. Have you ever been to Electric Ladyland?
The magic carpet waits, for you.
So don't you be late...
Someone:
igual a flor num recanto de pedras
sem maquiagens e afins
simples, natural e uma mente sem fim
G-Rarara...
"You´ve grown into a very beautiful young women"
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Una pena de amor es infinita
No necesito amar, no necesito
Yo comprendo que amar es una pena
Y que una pena de amor es infinita
Y no necesito amar - Tengo vergüenza
De volver a querer lo que he querido
Toda repetición es una ofensa
Y toda supreción es un olvido
Desdeñosa, semejante a los dioses
Yo seguiré luchando por mi suerte
Sin escuchar las espantadas voces
De los envenendados por la muerte
No necesito amar - absurdo fuera
Repetiré el sermón de la montaña
Por eso de llevar hasta que muera
Todo el odio inmortal que me acompaña
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Eternal sunshine

quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Dizendo
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A autoridade

quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Essa angústia me dá arrepios e posso arrancar minha pele por conta própria.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
I keep movin' on

terça-feira, 12 de julho de 2011
Tenho andado

quarta-feira, 29 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Revocultura no Museu da Abolição - Afroruptura

terça-feira, 31 de maio de 2011
Trovoa (Poema besta que eu gostei muito)
mpartilhando elas; essas palavras que contam histórias alheias e ao mesmo tempo tão minhas. Não, acho que nem tão minhas. Mas alguma coisa me fez ler e reler Trovoa essa noite. (Acabo de desconfiar que é esse verbo que sempre me deixou na duvida; trovoar ou trovejar? Chegarei ao fim do domingo chuvoso sem saber (dispenso google), mas trovoando no céu e em mim.
E isso me faz sorrir agora, ora bolas!)
VIVA!
(Itálicos do poema = intervenções minhas)
-
Trovoa
Minha cabeça trovoa
sob meu peito te trovo
e me ajoelho
destino canções pros teus olhos vermelhos
flores vermelhas, vênus, bônus
tudo o que me for possível
ou menos
(mais ou menos)
me entrego, ofereço (me ofereço)
reverencio a tua beleza
física também
mas não só
não só
graças a Deus você existe (eu diria graças aos deuses)
acho que eu teria um troço
se você dissesse que não tem negócio
te ergo com as mãos
sorrio mal
mal sorrio
meus olhos fechados te acossam
fora de órbita
descabelada
diva
súbita…
súbita…
seja meiga, seja objetiva
seja faca na manteiga
pressinto como você chega ligeira
vasculhando a minha tralha
bagunçando a minha cabeça
metralhando na quinquilharia
que carrego comigo
(clipes, grampos, tônicos):
toda a dureza incrível do meu coração
feita em pedaços…
minha cabeça trovoa
sob teu peito eu encontro
a calmaria e o silêncio
no portão da tua casa no bairro
famílias assistem tevê
(eu não) (nem eu)
às 8 da noite
eu fumo um marlboro na rua como todo mundo
e como você
eu sei.
Quer dizer
eu acho que sei…
eu acho que sei…
vou sossegado e assobio
e é porque eu confio em teu carinho
mesmo que ele venha num tapa
e caminho a pé pelas ruas da Lapa
(logo cedo, vapor… acredita?)
a fuligem me ofusca
a friagem me cutuca
nascer do sol visto da Vila Ipojuca
o aço fino da navalha me faz a barba
o aço frio do metrô
o halo fino da tua presença
sozinha na padoca em Santa Cecília
no meio da tarde
soluça, quer dizer, relembra
batucando com as unhas coloridas
na borda de um copo de cerveja
resmunga quando vêque ganha chicletes de troco
lembrando que um dia eu falei
“sabe, você tá tão chique
meio freak, anos 70
fique
fica comigo
se você for embora eu
vou virar mendigo
eu não sirvo pra nada
não vou ser teu amigo
fique, fica comigo…”
minha cabeça trovoa
sob teu manto me entrego
ao desafio de te dar um beijo
entender o teu desejo
me atirar pros teus peitos
meu amor é imenso
maior do que penso
é denso
espessa nuvem de incenso de perfume intenso
e o simples ato de cheirar-te
me cheira a arte
me leva a Marte
a qualquer parte
a parte que ativa a química
química…
ignora a mímicae a educação física
só se abastece de mágica
explode uma garrafa térmica
por sobre as mesas de fórmica
de um salão de cerâmica
onde soem os cânticos
convicção monogâmica
deslocamento atômico
para um instante único
em que o poema mais lírico
se mostre a coisa mais lógica
e se abraçar com força descomunal
até que os braços queiram arrebentar
toda a defesa que hoje possa existir
e por acaso queira nos afastar
esse momento tão pequeno e gentil
e a beleza que ele pode abrigar
querida, nunca mais se deixe esquecer
onde nasce e mora todo o amor
(Maurício Pereira)
sexta-feira, 6 de maio de 2011
E o mundo não se acabou...

segunda-feira, 2 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Abraçando um livro
quinta-feira, 31 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
ainda não é tempo de chorar
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
again, again, again, again...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Às coisas lindas
