sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tentando escapar quase ilesa dos caminhos tortuosos que a vida tem me proporcionado.


This is the end, Beautiful friend
This is the end, My only friend, the end
It hurts to set you free
But you'll never follow me
The end of laughter and soft lies
The end of nights we tried to die
This is the end

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Bom dia, são 8am, ainda não dormi hoje. Mas escrevi uma carta de amor.



Agora vou dormir.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

I keep movin' on


08/08/2011
11am

sem saber o que sentir; frio ou calor? medo ou alívio?
não estava preparada. Me preparo no caminho. Qual o caminho? onde leva esse caminho? agora tenho medo em não saber onde esse caminho vai dar. coração apertado...mãos frias, pernas canbaleando, cabeça rodando, e os olhos? sinto muito, mas é inevitável. Tudo em mim faz
questão de mostrar minha fragilidade diante da situação.


09/08/2011
8am
Acordei com um peso a mais em minha cama. Era meu coração que pesava e não me deixava me levantar. Porque acordar e fazer os planos do dia requer frieza nessas horas. E a manhã já se apresentava fria o suficiente para eu estar de acordo. Meu coração, coitado, derretendo as veias de tanto... tanto tanto. Coração pesado, apertado, agoniado. Resistindo.
Time keeps movin' on.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

novas coisas novas.
since i've been loving you.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Tenho andado

...tenho andado tão feliz!
"tenho andado tão longe do chão..."

Como diria o Valentim, "o problema é o ângulo".
É tudo uma questão de como enxergar as coisas.

Questão de ângulo mesmo, cara!



descobri o segredo da vida; essa vida só serve pra gente viver.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

eu ando tão sozinha...as vezes eu acho que estou sozinha. Mas quero acreditar que não. No fundo acredito que não. Sinto frio em Recife.
Muitas vezes acho que...não acho nada. Só me sinto perdida, perdida...
alguém segure minha mão, enquanto ainda estou de pé.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Revocultura no Museu da Abolição - Afroruptura


Suor, sangue e racismo teceram o? desenvolvimento? brasileiro e o lucro dos países imperialistas europeus durante séculos de história. No entanto, essas feridas sociais não fazem parte do passa do, pois negras/os e pardas/os recebem menores salários, lideram estatísticas de vítimas de mortes violentas e constituem maioria da população carcerária.


Email:: revocultura@gmail.com
URL:: http://revocultura.blogspot.com