Tenha pensado que mudar a marcha da bicicleta é como mudar a forma de encarar a vida.
Grandes dilemas no levam a diante e avant!
Olhando a embalagem do velho lucky quase vi "ride a bike - Its better", sob o "lucky strike - it's toasted".
Ai pensei, ride a bike com o lucky strike.
Culpa é para os fracos!
rararáá!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Rabit University
Bom dia, tenho 2 grandes "trabalhos acadêmicos" para fazer em 4 dias e não consigo começar sequer, a pensar no assunto.
Perdi o costume de pensar academicamente e também tenho perdido o interesse em ser mais uma nos anseio de reproduzir os "poderes" tão buscados nesse mundo teórico.
Comecei a perceber que na academia se critica demais as mazelas da injusta sociedade moderna, mas como entender isso, se ela mesma reproduz a soberania de um sobre o outro, usando-se do artificio de falsos méritos de mestre, doutor, pós doutor, o caralho a quatro.
Como acreditar no professor que critica fulano ou sicrano da década de 30 por não valorizar certas coisas só porque elas não fazem parte do "instituído", se ele mesmo se diferencia naturalmente(?!) do aluno, pobre graduando?
a universidade me parece mais um AIE, reproduzindo, reproduzindo saberes e anti-saberes, reproduzindo poderes e anti-poderes, reproduzindo reflexões e anti-revoluções.
Perdi o costume de pensar academicamente e também tenho perdido o interesse em ser mais uma nos anseio de reproduzir os "poderes" tão buscados nesse mundo teórico.
Comecei a perceber que na academia se critica demais as mazelas da injusta sociedade moderna, mas como entender isso, se ela mesma reproduz a soberania de um sobre o outro, usando-se do artificio de falsos méritos de mestre, doutor, pós doutor, o caralho a quatro.
Como acreditar no professor que critica fulano ou sicrano da década de 30 por não valorizar certas coisas só porque elas não fazem parte do "instituído", se ele mesmo se diferencia naturalmente(?!) do aluno, pobre graduando?
a universidade me parece mais um AIE, reproduzindo, reproduzindo saberes e anti-saberes, reproduzindo poderes e anti-poderes, reproduzindo reflexões e anti-revoluções.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Depósito de memórias (alheias) secretas

No se lo digas a nadie.
1. Casa Antigo Café Viagem Conversas Contas Miojo Museu Pai&Mae AmericaDoSul Planos LigaPraMim Fundação Pizza TaisNoMuseu? Chocolate Chico Durmir Gummy Mochilão Arquitetura Ele Festa Livro DeixaEuTeContar MSN Estagio Celpe Taquipariu VizinhaChata Oculos PintarACasa Museologia Madrugada TaisOnde? Porra TuVaiDurmirEmCasa? Soja RuaDoBaixinho Ele ComoFazIsso Coselho Café Filme Nikon Viagem Ciumes Vamos? Pipoca Faxina Garanhuns Amigos Leite Ler Cad Bacurau Contas FilmeNoPC Amor BotãoDoFoda-Se Chocolate Musica Feira Brigadeiro RoupaSuja Vida Voce Sempre Amo
2. EU KEROH MINHA IRMAM PORRA!!!!!!
Tales, querido...
1.Eu e você fazendo som,
a gente fica preso num quarteto de cordas,
e é um tom, é um semi-tom, é uma porção de colcheias.
2. Eu carregaria a sua mala!
Você me daria a sua mão!
Navegaríamos numa sleeping bag !
3. Have you ever been to Electric Ladyland?
The magic carpet waits, for you.
So don't you be late...
Someone:
igual a flor num recanto de pedras
sem maquiagens e afins
simples, natural e uma mente sem fim
G-Rarara...
"You´ve grown into a very beautiful young women"
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Una pena de amor es infinita
Aunque mi vida este de sombras llena
No necesito amar, no necesito
Yo comprendo que amar es una pena
Y que una pena de amor es infinita
Y no necesito amar - Tengo vergüenza
De volver a querer lo que he querido
Toda repetición es una ofensa
Y toda supreción es un olvido
Desdeñosa, semejante a los dioses
Yo seguiré luchando por mi suerte
Sin escuchar las espantadas voces
De los envenendados por la muerte
No necesito amar - absurdo fuera
Repetiré el sermón de la montaña
Por eso de llevar hasta que muera
Todo el odio inmortal que me acompaña
No necesito amar, no necesito
Yo comprendo que amar es una pena
Y que una pena de amor es infinita
Y no necesito amar - Tengo vergüenza
De volver a querer lo que he querido
Toda repetición es una ofensa
Y toda supreción es un olvido
Desdeñosa, semejante a los dioses
Yo seguiré luchando por mi suerte
Sin escuchar las espantadas voces
De los envenendados por la muerte
No necesito amar - absurdo fuera
Repetiré el sermón de la montaña
Por eso de llevar hasta que muera
Todo el odio inmortal que me acompaña
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Eternal sunshine
não cabe em mim também as lágrimas,
o desespero,
os soluços
e o oco,
o vazio que se propaga
aqui dentro.
Aqui dentro é tudo escuro.
E já não preciso de luz.

Eternal sunshine of a spotless mind.
Na verdade, a memória NÃO É uma ilha de edição.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Dizendo
Não sei se o que vou dizer agora, se diz; mas hoje senti vontade de tirar de mim essa coisa que faz a gente amar as pessoas. Essa necessidade de amar e ser amado, é tão cruel que nos reduz à uma pessoa, e ao mesmo tempo nos faz sentir a maior pessoa do mundo. E o intervalo entre esses extremos, pode nos enlouquecer.
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