quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

tremblando

Algumas coisas me deixam com tanta, mas tanta raiva que começo a achar que sou a pior pessoa desse mundo; a mais odiável, mas também a que mais odeia.

tremende de raiva.

Só as vezes

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Medo

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Alimentame


Pero aún, alimenta por favor favor mis peces, riega mis plantas del jardín, no dejes amontonar los diarios en la puerta de mi casa.


Depois eu falo da Chapada...

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Positive vibration

as vezes eu simplesmente tenho um medo de não sei o que...
Dia desses, acordei super angustiada... de repente, tava chorando sei lá porque. Medo de algo, talvez. Mas eu simplesmente nao conseguia entender. Até que alguem sai do meu lado, e volta gritando: "fiz a barba e estou nu".
E realmente estava, sem barba e nu. Uma atitude tão simples, mudou tão radicalmente minha percepção sobre tudo naquele momento. Tudo tinha mais razão e eu comecei a rir, achando aquilo tudo um momento único em toda minha vida. Preciso fazer coisas mais radicais em minha vida. Naturismo indoor, talvez.
Mas pra começar, deveria organizar minha vida acadêmica e quem sabe decidir abandonar de vez essa universidade e partir logo pra um mestrado no méxico. Preciso disso.

Bem, quero mesm amanhã partir de carro para a Chapada da Diamantina. Volto sei lá quando.
Mas, Éder, volto por Aracaju. Qual é a dica por ai?
um lugar bacana e que possamos conhecer em pouco tempo na cidade.

Nem gosto de reggae, mas sempre tem um no momento adequado...
Positive vibration, yeah! Positive!

Have a nice holiday. ;)


Minha irmã viajou. Gosto dessa foto. "- Quén. "

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Construindo um Museu

Não é pra fazer propagando não. E ao mesmo tempo, é.
Mas já pensou em poder participar e dar sua opinião na montagem de longa duração de um Museu?!
Caramba, isso é simplesmente fantástico!!
Logo com museus, que desde todo sempre são instituições construídas de baixo para cima. Onde um grupo de pessoas ditam o discurso que nos temos que ver em determinado espaço. E quase nunca, nós temos a oportunidade de dizer que discordamos, que não é assim, que esse discurso tá certo ou errado.

É pensando nisso tudo que eu resolvi divulgar aqui o projeto de elaboração participativa da exposição de longa duração do Museu da Abolição.
Tá, eu sou estagiária de lá e pode ser que minha opinião sobre isso nao seja tão válida. Mas acredito que invariavelmente isso é extremamente positivo.

Falando bem rapidamente, a idéia é:
Vão acontecer reuniões semanais, às quintas-feira, para que se possa discutir a expografia de cada sala da exposição permanente do MAB. Cada sala tem seus temas, e esses temas foram debatidos, há alguns anos trás, também junto com a comunidade. Da mesma forma, houveram reuniões, onde se debateram sobre que temas seria interessante ter na exposição e isso resultou em um macro roteiro da exposição. Só ficou faltando a parte da expografia. O que por fim, está acontecendo agora.

Bem, para entender mais e nelhor esse processo, no site do MAB, tem todas as informações necessárias. E inclusive, se vc não pode participar de cada reunião pessoalmente, o processo será atualizado semanalmente no site para que as pessoas possam opiniar constantemente, sabendo que sua opinião será "contabilizada" ao longo desse processo.

Ah, no site também há uma enquete sobre a proposta de marca do museu.
A marca seria essa imagem desse post, mas no site vc pode votar e de preferência opinar sobre a mesma.

:)


http://www.museudaabolicao.com.br/

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Zsabo


HOME

Home is a slipper I step into,
a bathrobe and a cup of tea.
Every floor is warm and every
crack in the ceiling is known.
Home is constant dowhatyouwantto
and feeling so big because it's My House.
After a party I Go Home and after school I
Go Home and whoever else enters is never really
as glad as if we were in Their House.
This is My Room and My Mail and My Driveway.
This is My Bed and My Name and My Dinner on the table.
There is a dog living here and a washing machine and
a mother, a father, a sister, and a cat. We have our own
little boxes but we are a family. We are a family because
all of our pictures are on the stairs.
I wash dishes and do laundry and walk the dog.
I am a daughter who gets clothes and food and is cultured, loved, and
encouraged. I am also a daughter who gets cranky and acts
no possible way I would act with a friend.
This is also a house that has rebelled, that has had sickness,
role changing, sexual deviance, neurosis, and fear.
This is also a house that has seen drugs, nightmares, and endless insomnia.
There are many different kinds of plants in My House. The father and
the daughter both love them. The daughter is now a woman. The daughter is
getting ready to climb out onto the roof and steal away. The daughter is sorry
but the daughter must go. The daughter is very, very sorry.
The daughter is ready.
This is My House and My Room and My Clock and the time is ripe
to peel the skin off this body and let it dance, let it dance.


-


Texto de Amy Smiley

Foto de Joseph Zsabo.

Conheci esse fotógrafo agora. Muito bacana.

E esse texto cabe perfeitamente agora. Só percebi depois.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Isla tropical

Tem gente pra caramba nesse mundo...
E eu aqui, conversando sozinha.
Escrevendo sozinha, tendo idéias sozinhas,
fumando sozinha, bebendo sozinha,
e olhando pela janela, as pessoas la fora.
Sozinhas também.
Acompanhadas e sozinhas.

Fico aqui mesmo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Magritte


é mais ou menos assim, Magritte...

terça-feira, 20 de julho de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

Janis blue girl

Quando li uma biografia da Janis, e saquei "qual era" dessa musica, que eu sempre escutava em casa, me identifiquei muito com essa little girl blue.
Já não me vejo assim, só as vezes, porque não sou de ferro.
Mas essa musica ainda me comove muito e sempre da vontade de reler a biografia dela.


Ma mere



Ma mere (Minha mãe)

De Christophe Honoré - 2004
Áustria/França/Espanha/Portugal





Um filme pra distrair... esse vi por acaso. Mas valeu. Bem, eu acho que sim.
Um filme perturbador... Quando acabou, eu não sabia se gostava ou odiava.
Causa de certo, alguma inquietação, polêmica e questionamentos em nossa cabeçinha.
Ainda não comecei a ler o livro Eros e Civilização, do Marcuse, mas tudo parece estar interligado. Não sei se é viagem minha, mas parece que um completa o outro, ou conversam entre si. Ainda não sei... Caso vc tenha visto o filme e lido o livro, por favor, conte-me...
Loius Garrel tá otimo nesse filme, mil vezes melhor que em The dreamers. E lindo como sempre.
Mas enfim, o filme é lindo, esteticamente falando. Umas cenas lindas...!! Mas a trilha sonora... ai aiai...que horror. Tem cenas que é melhor vc tapar os ouvidos e se deliciar so com os olhos... Mas se tem uma coisa que foi meio provocativa, foi aquela musica "happy together" (ou algo assim) no fim do filme, naquela cena. rss. Aí tem... só não sei o quê...



D'yer Mak'er

Hoje é domingo, fim de tarde de domingo. Aqui, onde estou tem uma janela com cortinas coloridas, que deixem passar a linda e melancólica luz do sol dessa hora. A luz que entra é vermelha, amarela, azul, tem matizes tais quais as da cortina. E no fim das contas, o ambiente fica denso (ainda que vez por outra o vento sopre forte fazendo com que a cortina levante e a luz pura sol adentre), com um ar pesado, misturado com fumaça, solidão e Lou Reed a cantar por horas e horas. é uma atmosfera que no fundo eu acho que procuro, sempre. Ainda que me cause uma comoção incontrolável e uma vontade de me esvair junto dessa fumaça, queimar como o efémero que se vai e não nos damos conta.
Domingos são triste... ah, como são!
Passei uma semana de "muito agito", com a cabeça muito ocupada, fazendo mil coisas (não só diversão), conhecendo lugares e pessoas novas. Tudo preencheu minha cabeça por esses últimos dias. Mas as vezes ainda acordava deprimida e levava horas para levantar, só olhando o céu daquela janela em cima de minha cama. ontem de madrugada, cheguei à minha casa. "de volta à vida real, Raissa...!".
Chego e me deparo com o vazio e o silencio da casa. A única pessoa com quem moro, minha irmã, tá viajando. Volta sei lá quando. Casa no lugar... Nenhum sinal de vida. Eu, sozinha em casa, às 1am. depois de 6 horas de voo. Não havia quem esperar. Não havia porque esperar por hoje, não deveria haver quem eu tivesse saudade. mas eu senti, e muita. é uma pena, mas não sou de ferro. Também tive uma pontinha de saudade de minha irmã nesse momento. Mas passou ao não encontrar nenhum bilhete. JOguei as mochilas na sala, peguei só meu cigarro, minha saudade e minha garrafa de água. Tudo junto na minha mão. Subi, cheguei no quarto. Nenhum sinal de vida; tudo no lugar. Música! precisava de música. Liguei o computador. "Ordem aleatória". E a primeira que toca é aquela do chico buarque cantada ferozmente pelo nada feroz, joão gilberto. Ai que medo que me deu quando escutei essa musica. Pior seria se o acaso me chegasse com Piazzolla nas mãos. Mas foi com "retrato em branco e preto" que me peguei a reconhecer-me em cada verso daquela musica. Pela milésima vez, é bem verdade. mas foi tão tenebroso...
Ai quando vi, tava pensando, rememorando, chorando, lamentando. Mudei a música, resintonizei os pensamentos e achei melhor dormir. Mas antes, tinha que salvar o dia de hoje, que de sem nenhuma perspectiva, passou para um dia legal, e no fim das contas, tá pior que eu pensava. Chamei uma amiga para vir, ela me ligou 4 da manha, bêbada dizendo q viria pra almoçar. fiquei feliz e fui dormir. Acordei feliz pra caramba (!!), fiz almoço bacana e ela não veio. No fim; nada. Tô me lamentando agora com a droga desse computador, ou com a droga desse blog, ou com sei lá quem q tá lendo isso agora. é muita carência, como diria minha irmã. mas é mesmo. Confesso.
O que eu poderia fazer além de ficar aqui rogando por uma companhia? Ir atrás de uma? Não, não consigo. Sair... ver gente (de sempre) nos lugares (de sempre)... é uma idéia, mas tenho preguiça e lembro q devo estudar para uma prova final. Aí, só de lembrar que é prova final, dá um desespero (ainda maior) e nem consigo me concentrar. No fim de tudo, sei que vou passar a droga do dia todo aqui, nesse computador, torcendo pra ele se conectar e eu ter coragem de falar algo ou de lhe responder. Vai chegar o fim da tarde, metade de tristeza vai ter ido embora junto com a cor tão adorável do crepúsculo.
Mas ai vem a noite... aí vou olhar pr'os cantos da casa e sempre encontrar algo pra me fazer lembrar. Então, acendo um cigarro, apago as luzes, deito na minha cama escutando (se tiver coragem) a Piazzolla, olhando o céu que nunca estará tão estrelado quanto lá naquele lugar, talvez chore, talvez queira sair, talvez nem me comova, talvez canse de me martirizar, talvez durma bem rápido, sem dar brecha pra deslizes, provavelmente vou ter vontade de comer uma besteira e não terei coragem de ir buscar, provavelmente sinta frio durante a noite, provavelmente procurarei onde me abrigar, não acharei devo derramar uma ou duas lágrimas, mas só porque vou estar muito à flor da pele, talvez receba uma mensagem no meio da noite... bem, essa ultima é a menos provável. Mas fazer o que?!
Esperar amanhã, e depois de amanhã e seguir buscando com que me ocupar.
boa sorte pra mim.


Alan psychedelic breakfast - Pink Floyd
que vontade de chorar... alguém me ajuda

Nego tanto, evito tanto...e no entanto,

Teimo em colecionar sonetos, retratos em branco e preto, tristes-velhos fatos, noites claras, cartas, desconsolos...

Preciso achar o caminho de volta.
(Nem parece que já conheço as pedras do caminho...)



quinta-feira, 8 de julho de 2010

raining in me

de repente a chuva me põe melancólica,
e é uma tristeza infundamentada, uma falta brutal
de não sei o quê e sobra de melancolia...
e aí as lágrimas caem junto à essa tempestade que causa tudo isso. uma a uma, em pares, uma seguinda a outra,
como quem tem medo de solidão e busca sempre um porto seguro, algo em que se segurar.
São coisas assim que sempre me deixam assim..melancólica,
sem cor, sem cheiro, sem nada.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Os mutantes

Os mutantes
de Teresa Villaverde,
Portugal - (+/-) 1995/98








Mesmo com a dificuldade de compreender de primeira o "português de Portugal", deu pra ver que o filme é bacana.
Lembrou muito "Os esquecido", do Buñel. E lembrou tmb um filme colombiano que vi há uns 3 anos atrás no festival de cinema e direitos humanos na america do sul.. se chamava "A vendedora de rosas".
Bem, o filme vale a pena.

La fiebre del loco


La fiebre del loco (A febre do loco)
De Andreas Wood, 2001 - Chile
Demorei para pegar o ritmo do filme.. aliás, passa um tempão pra poder "ter ritmo"... desde o iniício parece não ter uma história de fato...parece todo o tempo que estamos apenas vendo cenas seguidas, sem mais "quês" nem "porquês"....
Até que já no fim do filme: pá! (já era hora...!), parece que tudo vai acontecer (ou não acontecer) e até a trilha parece acontecer nesses momentos.
bem...o fim do filme, assim como o fim da radionovela que escutamos ao longo da história, não é dos melhores...
Mas a fotografia e os lugares são incríveis. Vale a pena ver...
Mas confesso que no fim; o filme me ganhou...um pouco, mas ganhou.

quinta-feira, 25 de março de 2010


"Muitas vezes os patos...

...sentem uma grande
necessidade de emigrar

isso não significa que um pato
que emigre seja um pato mau,

mostra apenas que é a sua natureza
que o faz emigrar

procuram águas novas
ou climas mais quentes.

Sei lá, são patos..."


Temporada de patos

domingo, 14 de março de 2010

Instituto Mexicano del sonido

Esse som é simplesmente extremamente divertido. Os videos ainda mais divertidos, e os caras, engraçadissimos. Vale a pena ver todos os videos deles.

Yo digo baila


Escribeme pronto


escribeme, escribeme, escribeme pronto... que yo soy muy paciente, pero no soy tonto...

Alocatel


Alocatel top! :D

segunda-feira, 8 de março de 2010

El mismo amor, la misma lluvia

El mismo amor, la misma lluvia
de Juan Campanella
Argentina, 1999


Do mesmo diretor do recém indicado ao oscar (aliás, nem sei se ganhou algo...) 'El secreto de tus ojos', essa comédia romântica é fofinha. hehehehehhe
Bem, passa longe das comedias romanticas americanas, é bem mais "poético" (se é que seria essa a palavra) e divertido as vezes...
Inclusive os protagonistas de "el mismo amor..." também o são em "El secreto de tus ojos"... Um casal até bonito.

Ah, trilha sonora bem bonita.


Lucrécia Martel

Depois de ver o Feliz Natal do Selton Mello, adorar e depois escutar as comparações com os filmes da argentina Lucrécia Martel, fui buscar filmes da tal argentina...
Vi apenas dois; La ciénaga (O pântano) e La niña santa (A menina santa).
gostei dos dois, mas nada de fantástico. Sim... senti falta do fim..basicamente o desfecho da historia da tal menina que de santa não tinha nada. Não deu pra se cotentar com o fim como passou em O pântano...


La niña santa
de Lucrecia Martel
Argentina, 2004



"A história de A Menina Santa gira em torno de duas adolescentes, Amalia (María Alche) e Josefina (Julieta Zylberberg), que frequentam um grupo de estudos católicos. Mas seus pensamentos voltam-se sempre para o sexo."

(detalhe para cara de "boazinha" delas duas. hahahahaha)




La ciénaga
De Lucrecia Martel,
Argentina, 2001



Típico drama familiar... Uma família "desestruturada" passa o escaldante verão argentino na casa de férias... uma piscina podre (no sentido real da palavra), pessoas que passam dias com roupa de banho vegetando na casa, ou na cama, ou tomando banho de sol ou de chuvas tropicais que chegam de repente e não mudam nada no ambiente... Ambiente esse que aliás é bem depressivo e até "corrompido"...sentimentos e relações estranhas que beiram o perverso, doentio, subversivo... Estranhas e perturbardas pessoas, por fim. Uma mãe que passa os dias na cama, dentro de um quarto escuro, com oculos de sol, bebendo algo com alcool todo o tempo depois de se machucar por cair (de bêbada) em cima de taças de vinho e se cortar... Isso sem contar o plano de viajar com sua irmã à Bolívia...uma fulga que no fim, é deixada de lado e volta-se para o de sempre. Sem falar na tragédia no fim, com uma criança... uma das mais lindas cenas de todo o filme!!!!(mesma coisa de Feliz Natal)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Sessões mexicanas

Tenho visto bastante filme ultimamente, inclusive muitos mexicanos.
Vi dois que achei "semelhantes" entre si e ambos, divertidíssimos!


Matando Cabos
De Alejandro Lozano
México, 200

Nicotina
Do Hugo Rodriguez
Argentina/México, 2003


São típicos filmes de ação, com comédia... cenas inusitadas, engraçadas, otimos atores.
Tipo de filme que ainda não vi ser feito por aqui...

Vi outro mexicano bem falado... : "Y tu mamá tambiém" (Com o Diego Luna, que faz Nicotina, e com o adorável* Gael Garcia... *..* ).
Mas esse, dispenso comentários... No fim o filme não foi terrível... mas não gostei.

Esse negócio de ir cheia de expectativas é sempre frustrante.
Aconteceu com o clássico "The dreamers". Quando acabou, pensei: "é isso?!"
O fim....Odeio. hahahahahaha -

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Interview

Interview
de Hyuk Byun
Coréia do Sul, 2000

"O diretor Eun-suk se apaixona por Young-hee, uma mulher que ele está entrevistando para o seu novo filme. Young-hee, no entanto, se esquiva de Eun-suk para sustentar as mentiras de sua primeira entrevista e também para esconder alguns fatos do seu passado. O filme enfoca os relacionamentos amorosos e o amor de um modo geral." (M.OFF)
Peguei por acaso no making off e me surpreendi...
bem bonito...
Super longo, mas vc nem percebe as duas horas de filme.

sábado, 30 de janeiro de 2010

De Poolse Bruid

De poolse bruid (A noiva polonesa)
de Karin Traïdia
Holanda, 1998


Bom filme. :)
Não é maravilhoso.. mas é bom.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Kytice

Kytice
de F. A. Brabec
República Tcheca, 2000

"Kytice é uma série de 7 curtas ligados tematicamente e baseados nas baladas (Poema narrativo de assunto lendário) escritas a 200 anos atrás por KJ Erbena, considerado por
alguns como o equivalente tcheco de William Shakespeare. Elas são histórias populares e lendas, bem conhecidas pelos tchecos."
(Kytice é apenas o nome do primeiro conto)

Štedrý den

...

(Christmas Day)

Dcerina Kletba

Uma garota mata o filho bastardo e é enforcada pelo crime. Ela amaldiçoa sua devota mãe a forca.




Zlatý Kolovrat

Um príncipe real observa uma linda jovem banhando-se no bosque. Ele descobre onde ela vive e exige tê-la como esposa. Sua madrasta planeja matar a jovem e colocar sua própria filha no lugar dela.




Polednice

Preparando a comida na cozinha, uma mãe está frustrada pelos choros constantes de seu filho. Ela ameaça a criança dizendo que a bruxa irá levá-lo embora se ele não parar de chorar. A bruxa ouve seu chamado.




Svatební Košile

Uma jovem virgem ora pelo retorno de seu noivo da guerra, não importa o preço. Entretanto ela não sabe que ele morreu durante a guerra e quando sua oração é respondida, ela não percebe que ele retornou do túmulo e quer levá-la com ele.





Vodník

Uma garota vai até o rio apesar dos alertas de sua mãe sobre o perigo que ela tem previsto. A garota cai no rio e é levada para a esposa de uma criatura que vive no rio. Ela dá luz a um filho, mas deseja ver sua mãe novamente. O barqueiro alerta ela sobre as terríveis consequência do seu possível retorno.




Kytice

Uma mulher morre em uma tempestade. Ela é enterrada e seus filhos cuidam de seu túmulo, que floresce. Este episódio atua como suporte para os outros peparando o enredo e humor para os que o sucedem.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Quase fim

Ultimos dia para o TCC/Monografia/Karma.
e a pior parte, é a de Agradecer... dá uma saudade, né?
rsss
Mas depois disso, a pior parte é a de análise.
puta-que-pariu.

não posso suportar mais que uma semana convivendo com isso...
já chega.
tô no limite,
esgotada.
Basta!



Quero uns dias de férias, aí, no Marco Zero, pra ver o sol nascer, sem preocupação ou peso na consciência porque deveria tá fazendo isso ou aquilo.

O que eu quero, é sossego...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Temporada dos patos

Temporada dos patos,
de Fernando Eimbcke,
México, 2004

Um dos filmes mais lindos que já vi na vida. Só perde para El laberinto del fauno.












SEM PALAVRAS PARA DESCREVER. VEJAM!

it was very nice pra xuxu, beibé

os últimos cinco dias foram incríveis, os últimos tres dias foram dos piores da minha vida. Nunca tive tanto sentimento terrivel dentro de mim.
Mas sobrevivi, e cá estou eu; doida pra viver mais do que nunca e fazer tudo novamente.

Aliás, juntar uma galera bacanéééérrima pra ir ver os "Mutantes" em João Pessoa foi super bacana. fomos todos mais por ver o que (ainda!!!!!!!!!) se chama de Mutantes.
Voltamos loucos com o show e com tudo mais.
direito a gaita, violão e vozes berrando "meu refrigerador não funciona...eu já tentei de tudo..não, não.." às 3.30 am na prai de cabo branco/tambau, um lugar de gente decente.
entra no mar essa hora da manhã e fazer concurso de melhor cantor e dançarino de mambo também essa hora, foi bem insano e causou...isso sim; causou.

Mas o melhor momento foi a ultima musica...bat macumba numa versão super-sensual. quando todos em sintonia, dançavam a dança de shiva e quase tivemos asas e todos os braços de shiva...

Foi lindo.. uma noite linda.
Apesar das quedas...mas a culpa foi todinha da areia!! Tava todo mundo "de boa", sóbrio e tudo mais.

Ah, a praia é bonita de noite. :]

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

vão pra puta que pariu

infelizmente,
muitos momentos tenho vontade de mandar pra puta que pariu toda noção que se há de família.
Dizer, que vão pro inferno e me esqueçam, que não se preocupem comigo e que sou bem "grandinha" pra me cuidar e decidir o que vou fazer hoje de noite, o que vou comer, com quem vou sair, quem são meus AMIGOS, quais são meus valores.
ter os valores entre nós, hoje, bem diferentes, é estranho e é "evolutivo". . .
Não dá pra entender certas noções de "coletividade", quando se está visivelmente arraigada de preconceitos.
Não entendo que tão bons sentimentos dizem ter, se seque não confiam no ser humano, nas relações humanas, no contato humano!
Tudo bem que o mundo hoje, não está nos seus melhores tempos, mas ainda há amor e bons sentimentos nos corações de todo o mundo.
e eu sinto muito por não ser do gosto de quem "importaria" que fosse, que eu ainda confie no ser humano e valorize acima de tudo as relações humanas.


queria poder chegar amanha pra meus pais e dizer, "sinto muito, estou saindo debaixo da asa de vocês, me esqueçam por um tempo e verão que posso viver (muito bem!) e não sobreviver."
queria dizer "muito obrigada por tudo, mas é hora de entenderem que criaram vossos filhos para o mundo, e o mundo é muito guloso e quer à todos".
Queria dizer tudo isso, e ficar tranquila, sem rancores de qualquer parte.
Mas sou muito "família", ainda. Valorizo muito tudo isso...até o ponto que começam a me tolher os sonhos mais bobos possiveis.
Talvez eu ainda seja uma imatura que acha que cresceu, talvez eu precise "crescer mais" e compreender o mundo de uma forma menos "simples", como eles.
Mas sinceramente, não é isso que queria pra mim, as coisas podem ser tão simples quanto belas e verdadeiras.


ai que vontade de chorar....

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

e bate, dói dói 2

Queria você perto.
Mesmo só tendo 20 e poucos anos,
têm doído muito mais sem você,assim...
queria você perto.
crise profunda de tudo e de nada.
queria era ser uma gaveta com tranca...
mas ainda queria você perto.
Pra te trancar dentro de mim, bem perto.

e bate, dói dói


Saudade é um negócio doído, né? Parece que quando a gente enche o peito de ar, os olhos se enchem de água...

e bate, dói dói...

domingo, 10 de janeiro de 2010

2009

O ano acabou faz tempo... Minha vontade de fazer um "balanço" do ano por escrito, insistia. Maas minha coragem e meu tempo fez com que eu demorasse quase dez dias passados do novo ano. Aliás, exatos, dez dias do novo ano.
E até acho que minhas impressões sobre 2009 postas aqui terão um sutil respingo do tal do 2010...Mas enfim.

Foi um ano incrível.
Primeiro semestre, tive experiência incriveis, únicas...foram congressos, bienas, coisas das mais loucas, peripécias importantes e não tão importantes pra alguns....
Nesse mesmo tempo também deixei escapar oportunidades incríveis, vacilei bastante, fui bem preguiçosa e acomodada... ah... a vida era "linda e leve".

Já no segundo semestre... parece que amadureci nesse curto período de tempo, entre agosto de dezembro de 2009 (Ainda estou nesse processo....e acho que sempre estaremos).!
Assumi responsabilidades, reconheci as besteiras que fiz e o que deixei de fazer todos esses 21 anos de minha vida e tentei reaver tudo "perdido". E parece que consegui... agarrei cada oportunidade com todas as minhas forças quando sentia seu cheiro há quilômetros de distância de mim. E assim, tirei proveito de todas elas. Surpreendi pessoas que uns diziam "inssurpreendíveis" (se é que essa palavra existe e tá correta. rss), surpreendi a mim mesma, principalmente, me superei, vi que sou bem capaz de muita coisa, minha auto estima já não está tão lá em baixo (exceto naquelas crises, logico)... Só não surpreendi pessoas importantes na minha vida, tanta gente notou meu crescimento - em vários aspectos! - e apenas algumas pessoas, escolhidas à dedo, parecem querer não enxergar. Mas enfim, crescer muito em tão pouco tempo foi bacana e assustador (tá parecendo diário de adolescente se achando a "adulta").

Mas não só por isso 2009 foi bacana. Foi também o ano que conheci as pessoas mais importantes da minha vidas. As que vou levar comigo, sem dúvida por todo tempo que eu tenha pra viver. E sem ser piegas, mas já sendo, foram laços feitos "ao vento", mas que como o vento, são eternos e essenciais à mim. Pessoas que VÃO estar comigo para o resto de meus dias, perto ou longe, é fato. Aquela amizade, O amor, os sentimentos latejando á tanta distância entre nós. São coisas assim que nos faz creer em tudo isso e no que virá.

em 2009 também re-conheci algumas pessoas importantes e bem desimportantes (se é que alguém o pode ser). Tornei algumas antigas amizades eternas e mais verdadeiras, desfiz o que acreditava ser amizade, fiz delas conhecidos (evitei me magoar), mas também fui muito ausente nas velhas (velhas mesmo!) amizades, tentei me redimir e não deu tempo. Mas ainda são as velhas e tão lindas amizades. Das quais eu mais sinto saudades, foram os melhores tempos de minha vida (até hoje)!!! Foi lindo por ser tudo o que foi.

Em 2009 perdi pessoas, ganhei outras, perdi sorrisos, fiz nascer outros...
em 2009 eu pude cantar "João e Maria" para crianças desamparadas, ver elas sorrirem ou dormirem em meus braços, foi ai que eu me senti a dona do mundo. Ninguém pode imaginar a grandeza de momentos assim. E coisas pequenas como essas, de fazer sorrir os mais puros e receber todo o conforto que você precisa sem muito esforço ou cobranças me fizeram acreditar mais e mais nas coisas mais lindas que podem existir, no amor sobretudo.
(Não, eu não fui mãe em 2009. hehehehe)

Sem dúvida, ficam ótimas lembranças desse ano. Foi um ano decisivo em minha vida.
Parece que depois desse 2009, meu 2010 já tem um rumo, eu já tenho metas, desejos, lugares por ir, coisas à fazer, pessoas, sentimentos e coisas novas a conhecer...
Começo 2010 com o gás que brotou (e ainda brota!) em mim no ultimo ano. Isso que me faz querer as coisas mais loucas, mais essenciais para ser mais sincera.
Já tenho metas (quem não as tem...)!;vegetarianismo, yoga, dar de vez um rumo à minha vida, fazer coisas bobas todos os dias, passar tardes "nadeando" na minha cama, gastar pelo menos 1 hora parada, só escutando e assimilando aquele novo cd de não sei quem, sentar no Marco zero e observar pessoas indo e vindo, fotografando, pedindo dinheiro, explorando, sobrevivendo...passar horas ali, levando vento na cara e desorganizando ainda mais meus cabelos, pra depois sair de lá com minha "juba de leão" ( como diria Gal/69 - "com tanto que deixem meu cabelo belo, belo como a juba de um leão) e rir da expressão das pessoas ao me verem e achar isso engraçado e até gargalhar sozinha. Passar uma tarde cinzenta e chuvosa na praia de jeans e roupas não tão "refrescantes", com headphones escutando "Chimes of freedom" ou um bom AC/DC, no máximo volume.
Em 2010 vou aprender a tocar gaita, de verdade. Pra poder tocar "Over the rainbow" e um bom blues do Muddy Waters (com ceretza "I got my mojo working...!!!!") Quero fazer nascer mais sorrisos inocentes, ser abraçada por braçinhos que mal me alcançam, quero ser consolada por motivos alheios ao consolador, quero ser tão amada quanto eu já sou pela(s) pessoa(s) certa(s), quero amar ainda mais tudo isso que a gente vive, quero viver de braços abertos e coração extravasando coisas boas.

woow!!! Ainda bem que o ano, dura um ano! hohohohohoho
Nunca tiive muitas expectativas como o novo ano... Mas esse que chegou, vai ser lindo, pra quem acreditar e assim o fizer. Do it!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010